Minha amiga me ligou algumas horas antes: “amanhã vou jogar futebol e sabe quem vai estar lá? O príncipe William. Quer assistir?” Bom, não é todo dia que sua amiga joga na liga profissional de futebol e menos ainda, não é todo dia que se respira o mesmo ar de alguém da realeza britânica. Tipo, a oportunidade da vida de ficar tão próxima daquela pessoa que a gente acha que só vai ver na TV e nos jornais. Bom, lá fui eu ver a Robertinha jogar, cheguei, falei com ela e com o time que prontos e no aquecimento, aguardavam ansiosíssimos também.

A jogadora amiga

A jogadora amiga

Depois de uma meia hora de papo com os “amigos da Kings House” ou da casa da realeza – um grupo de pessoas que tem uma relação próxima ou trabalham para a família real começa aquela movimentação interna típica de que algo importante vai acontecer na Caius House. Duas senhoras me perguntando qual a minha relação com o evento, isso porque eu era a única estrangeira ali em um grupo de uns 30 convidados. A Caius House foi fundada em 1887 por dois amigos que estudavam juntos na universidade e servia como moradia e como um clube. Localizado na área de Battersea ao sul de Londres, hoje o local serve como um espaço educacional e recreativo super bem-estruturado, onde as crianças e adolescentes praticam esportes e fazem cursos profissionalizantes como pintura, música, esportes ou gastronomia. Bom, chegou o príncipe, algo que nunca imaginei vê-lo tão de perto. Apesar de meu coração bater mesmo pelo príncipe Harry e seu cabelo ruivo, o príncipe William é simpático, muito mais bonito do que nos jornais e aquele querido, sabe? Feliz, dança, aperta a mão de todo mundo, conversa e estava ali, apenas 2 metros de distância de mim. Eu não conseguia acreditar, mas aqui está a prova! Bom, agora é me preparar para um dia conseguir tomar um chá com a rainha. Vamos lá, firme no pensamento positivo e na ideia de que ela ainda vai viver por muitos e muitos anos.

 

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